segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Web 2.0


A Web 2.0 passa por uma nova conceção do conhecimento passando de um produto de propriedade individual para um produto coletivo construído na interação com os outros e suportado por novas ferramentas disponíveis na Internet.
Decorre daqui um poder partilhado e uma responsabilidade partilhada.
(Pierre Lévy, “Cibercultura” Instituto Piaget, 2000)

Dá-se assim ênfase à facilidade de comunicação, interacção, cooperação, colaboração e publicação online abrindo novas perspectivas para a integração das TIC na sala de aula.
Esta nova forma de relacionamento gera uma maior complexidade e tem várias implicações como sejam um crescimento constante, actualização/reformulação de conteúdos, novos espaços de aprendizagem, novas formas de relacionamento, novas formas/métodos de aprendizagem.
Algumas das ferramentas mais conhecidas e ligadas ao crescimento da Web 2.0 são o Facebook, Youtube, Flickr, Blogger, SlideShare, Calaméo, Schoology, Wordle, Delicious, Wikipedia, Moodle, DropBox, Google Docs entre muitos outros.

Ler ARTIGO sobre o tema.

domingo, 23 de setembro de 2012

LMS Schoology


Falar do Schoology é falar duma ferramenta que potencia a mobilização dos alunos, uma vez que fornece um ambiente familiar aos jovens, ficando assim estes mais motivados a trabalhar e a interagir. 
Trata-se de um novo LMS (Learning Management System) baseado em redes sociais que apresentando uma excelente colecção de funcionalidades, para além de possibilitar gerir e criar grupos de alunos, testes e atribuir notas, publicar documentos, fotos e links, permite também comunicar directamente com grupos específicos e enviar mensagens em tempo real tornando-se numa opção perfeita para comunicar com os nossos alunos.
A grande vantagem é que a sua apresentação e utilização é bastante semelhante à do Facebook, fazendo com que os alunos se sintam mais confortáveis na sua aplicação.



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Aprendizagem Invisível


Comecemos por lembrar que a aprendizagem é um processo de mudança de comportamento obtido através da experiência construída por fatores emocionais, neurológicos, relacionais e ambientais.
Existem três tipos base de aprendizagem: condicionamento clássico, condicionamento operante e aprendizagem social.
O condicionamento clássico foi investigado pelo russo Ivan Pavlov, que ao estudar os reflexos digestivos do cão, descobriu uma forma de aprendizagem presente nos seres humanos e noutros animais. Um estímulo neutro (campainha) é associado a um estímulo não condicionado (comida) tornando o estímulo neutro em estímulo condicionado e desencadeia uma resposta condicionada (salivação).
O condicionamento operante foi definido pelo investigador norte-americano Rufus Skinner que desenvolveu uma experiencia que o iria conduzir à descoberta do modo como tantas das nossas aprendizagens se processam e se mantêm. Um comportamento é seguido de uma recompensa (reforço positivo ou negativo) ou de uma punição tendo como resultado que a frequência da ocorrência do comportamento aumenta ou diminui.
Na aprendizagem social estudada por Albert Bandura, o observador presta atenção ao modelo e aprende um comportamento pela observação dos comportamentos daqueles com quem convivemos (pais, amigos, professores). O observador aprende uma sequência de comportamentos que realiza quando quer, não estando sujeito a qualquer condicionamento.
Com a massificação da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação estas foram também introduzidas nas escolas sendo geradoras de ruturas e de aprendizagens necessariamente diferentes das existentes até então.
Cristóbal Cobo e John Moravec atentos a esta nova realidade trazem-nos um novo conceito resultante de vários anos de pesquisa, a aprendizagem invisível, onde procuram integrar várias abordagens para um novo paradigma de aprendizagem e desenvolvimento do capital humano, especialmente relevante no contexto do século XXI. Esta abordagem leva em conta o impacto dos avanços tecnológicos e mudanças nas aprendizagens formal, não formal e informal, além dos espaços algo difusos entre elas, não propondo uma teoria, mas sim estabelecendo uma metateoria capaz de integrar diferentes ideias e perspectivas.


segunda-feira, 23 de abril de 2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

QR code


Desenvolvido a partir do final dos anos 90 do século passado, o QR Code é uma matriz ou código de barras em 2D (duas dimensões) que pode ser facilmente lido utilizando um qualquer telemóvel moderno equipado com câmara fotográfica bastando para tal descarregar do fabricante do telemóvel a aplicação que permite essa descodificação.
Esse código, lido através da fotografia tirada com o telemóvel, é convertido em informação que tanto pode ser um endereço URL (site na Internet), um número de telefone, uma localização georeferenciada, um endereço de e-mail, um contacto ou um SMS.
Com esta tecnologia em franco desenvolvimento vai ser possível por exemplo chegar a um lugar ou monumento, apontar o seu telemóvel ao QR code e aceder a uma página de Internet com todas as informações disponíveis sobre esse monumento.