sábado, 29 de agosto de 2020
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
quarta-feira, 15 de julho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
A resposta à distância de um clique
domingo, 16 de dezembro de 2012
Projeto de Doutoramento
Projeto de Doutoramento em Educação na especialização em Tecnologias de Informação e Comunicação a desenvolver nos próximos dois anos, apresentado à Universidade de Lisboa e aprovado em 11/12/2012 com 18 valores e menção de Excelente.
O trabalho denominado "O e-learning na formação contínua de professores: perceções, impacto e linhas orientadoras" pretende estudar a implementação da formação contínua de professores nesta modalidade de ensino.
Consulte aqui o projeto.
O trabalho denominado "O e-learning na formação contínua de professores: perceções, impacto e linhas orientadoras" pretende estudar a implementação da formação contínua de professores nesta modalidade de ensino.
Consulte aqui o projeto.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Web 2.0
A
Web 2.0 passa por uma nova conceção do conhecimento passando de um produto de propriedade
individual para um produto coletivo construído na interação com os outros e suportado
por novas ferramentas disponíveis na Internet.
Decorre daqui um poder partilhado e uma responsabilidade
partilhada.
(Pierre Lévy, “Cibercultura” Instituto Piaget, 2000)
Dá-se assim ênfase à facilidade de comunicação,
interacção, cooperação, colaboração e publicação online abrindo novas
perspectivas para a integração das TIC na sala de aula.
Esta nova forma de relacionamento gera uma maior
complexidade e tem várias implicações como sejam um crescimento constante, actualização/reformulação
de conteúdos, novos espaços de aprendizagem, novas formas de relacionamento, novas
formas/métodos de aprendizagem.
Algumas das ferramentas mais conhecidas e ligadas
ao crescimento da Web 2.0 são o Facebook, Youtube, Flickr, Blogger, SlideShare,
Calaméo, Schoology, Wordle, Delicious, Wikipedia, Moodle, DropBox, Google Docs entre
muitos outros.
Ler ARTIGO sobre o tema.
Ler ARTIGO sobre o tema.
domingo, 23 de setembro de 2012
LMS Schoology
Falar do
Schoology é falar duma ferramenta que potencia a mobilização dos alunos, uma
vez que fornece um ambiente familiar aos jovens, ficando assim estes mais
motivados a trabalhar e a interagir.
Trata-se
de um novo LMS (Learning Management System) baseado em redes sociais que apresentando
uma excelente colecção de funcionalidades, para além de possibilitar gerir e
criar grupos de alunos, testes e atribuir notas, publicar documentos, fotos e
links, permite também comunicar directamente com grupos específicos e enviar
mensagens em tempo real tornando-se numa opção perfeita para comunicar com os
nossos alunos.
A grande vantagem é que a sua apresentação e
utilização é bastante semelhante à do Facebook, fazendo com que os alunos se sintam mais confortáveis na sua
aplicação.segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Aprendizagem Invisível
Comecemos
por lembrar que a aprendizagem é um processo de mudança de comportamento obtido
através da experiência construída por fatores emocionais, neurológicos, relacionais
e ambientais.
Existem
três tipos base de aprendizagem: condicionamento clássico, condicionamento operante
e aprendizagem social.
O
condicionamento clássico foi investigado pelo russo Ivan Pavlov, que ao estudar
os reflexos digestivos do cão, descobriu uma forma de aprendizagem presente nos
seres humanos e noutros animais. Um estímulo
neutro (campainha) é associado a um estímulo não condicionado (comida) tornando
o estímulo neutro em estímulo condicionado e desencadeia uma resposta
condicionada (salivação).
O
condicionamento operante foi definido pelo investigador norte-americano Rufus
Skinner que desenvolveu uma experiencia que o iria conduzir à descoberta do
modo como tantas das nossas aprendizagens se processam e se mantêm. Um
comportamento é seguido de uma recompensa (reforço positivo ou negativo) ou de
uma punição tendo como resultado que a frequência da ocorrência do
comportamento aumenta ou diminui.
Na
aprendizagem social estudada por Albert Bandura, o observador presta atenção ao
modelo e aprende um comportamento pela observação dos comportamentos daqueles
com quem convivemos (pais, amigos, professores). O observador aprende
uma sequência de comportamentos que realiza quando quer, não estando sujeito a
qualquer condicionamento.
Com a
massificação da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação estas
foram também introduzidas nas escolas sendo geradoras de ruturas e de aprendizagens
necessariamente diferentes das existentes até então.
Cristóbal
Cobo e John Moravec atentos a esta nova realidade trazem-nos um novo
conceito resultante de vários anos de pesquisa, a aprendizagem invisível, onde
procuram integrar várias abordagens para um novo paradigma de aprendizagem e
desenvolvimento do capital humano, especialmente relevante no contexto do
século XXI. Esta abordagem leva em conta o impacto dos avanços tecnológicos e
mudanças nas aprendizagens formal, não formal e informal, além dos espaços algo difusos entre
elas, não propondo uma teoria, mas sim estabelecendo uma metateoria capaz de
integrar diferentes ideias e perspectivas.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
QR code
Desenvolvido a partir do final dos anos 90 do século passado, o QR Code é uma matriz ou código de barras em 2D (duas dimensões) que pode ser facilmente lido utilizando um qualquer telemóvel moderno equipado com câmara fotográfica bastando para tal descarregar do fabricante do telemóvel a aplicação que permite essa descodificação.
Esse código, lido através da fotografia tirada com o telemóvel, é convertido em informação que tanto pode ser um endereço URL (site na Internet), um número de telefone, uma localização georeferenciada, um endereço de e-mail, um contacto ou um SMS.
Com esta tecnologia em franco desenvolvimento vai ser possível por exemplo chegar a um lugar ou monumento, apontar o seu telemóvel ao QR code e aceder a uma página de Internet com todas as informações disponíveis sobre esse monumento.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
LibreOffice
O LibreOffice pertence ao chamado Software Livre que é disponibilizado para permitir o seu uso, a cópia, o estudo e a redistribuição.
É constituído por um conjunto de aplicações do chamado software de produtividade que se destinam tanto para escritório quanto para uso pessoal.
Foi lançado em Setembro de 2010 por antigos elementos do projeto OpenOffice.org, criado pela Sun MicroSystems e posteriormente passado à Oracle após a compra da primeira pela última, que decidiram sair da empresa e lançar sua própria suíte de aplicativos para escritório.
O LibreOffice surgiu a partir da versão 3.3 do OpenOffice.org trazendo todas as características presentes nessa versão, além de outras exclusivas do projeto LibreOffice.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
As dimensões das TIC na escola
Sem pretender ser exaustivo ou sequer criar um esquema demasiado académico sobre este tema, a reflexão aqui publicada pretende expressar a complexidade das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no contexto educativo, dando a perceber que ao estar a conotar as TIC unicamente com a aquisição de competências em determinadas ferramentas específicas, processador de texto, folha de cálculo, bases de dados e outras, estamos a dar um carácter redutor a todo um domínio, o da informática, que está presente em todas as áreas da escola e que além de ser uma ferramenta de trabalho pode ser o catalisador de uma nova dinâmica e de um novo paradigma de ensino.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O que é o Google+ ?
É uma nova rede social desenvolvida pela Google definida com base naquilo que entenderam chamar de círculos e potencial concorrente do Facebook.
Começando por criar um perfil baseado numa conta Google, pode passar à definição dos círculos do Google+ que o ajudam a organizar todas as pessoas de acordo com as suas ligações sociais da vida real tais como "família", "amigos", "conhecidos”, “alunos" e outros. Depois, pode partilhar conteúdos relevantes com os círculos de pessoas que entenda e seguir o conteúdo publicado por outras pessoas.
O botão +1 permite dar a sua aprovação a determinada coisa, partilhando recomendações com amigos, contactos e o resto da Web à semelhança do botão Gosto do Facebook...
Começando por criar um perfil baseado numa conta Google, pode passar à definição dos círculos do Google+ que o ajudam a organizar todas as pessoas de acordo com as suas ligações sociais da vida real tais como "família", "amigos", "conhecidos”, “alunos" e outros. Depois, pode partilhar conteúdos relevantes com os círculos de pessoas que entenda e seguir o conteúdo publicado por outras pessoas. O botão +1 permite dar a sua aprovação a determinada coisa, partilhando recomendações com amigos, contactos e o resto da Web à semelhança do botão Gosto do Facebook...
sábado, 29 de outubro de 2011
Sociogramas
A Sociometria é uma técnica de avaliação das relações de grupo com origem em Jacob Levi Moreno que evoluiu para o que hoje conhecemos como “análise de redes sociais” ou “social network analisys (SCA).
Neste contexto um sociograma é um diagrama que permite explorar graficamente a posição que cada individuo ocupa dentro do grupo bem como todas as interações estabelecidas entre os diversos individuos.
A figura seguinte representa o sociograma deste blog obtido através duma aplicação disponível em http://www.aharef.info.
sábado, 27 de agosto de 2011
Recursos Educativos Digitais
Com a implementação do PTE, uma das medidas concretas foi a possibilidade de aquisição de computadores portáteis com condições financeiras mais favoráveis e que permitiu a massificação do uso de computadores nas várias vertentes do trabalho dos docentes.
Essa aquisição permitiu que fossem ultrapassadas pela maior parte dos professores as necessidades básicas quer no manuseamento dos equipamentos quer no funcionamento com ferramentas mais comummente utilizadas como sejam o uso da Internet e o processador de texto.
Assiste-se a seguir a uma percentagem significativa de professores que entusiasmados com a descoberta da nova ferramenta de trabalho sentem a necessidade de independentemente de fazerem formação para progressão de carreira, de se qualificar como utilizadores de tecnologias computacionais para a produção de materiais didácticos e para apoio às suas práticas profissionais.
É com esta realidade que em Fevereiro deste ano e a convite de um Centro de Formação de Associação de Escolas da zona de Lisboa, desenhei e ministrei várias acções de formação na área dos Recursos Educativos Digitais vulgarmente designados por RED.
De uma forma muito genérica, um “recurso” pode ser entendido como algo necessário à execução de uma tarefa, ou seja, um recurso pode ser qualquer pessoa, objecto (material ou imaterial) serviço, instrumento, artefacto, etc.
O RED deve ter uma clara finalidade educativa, deve poder responder a necessidades do sistema educativo português (p.e., currículos da educação formal, informal e não-formal, formação profissional), deve apresentar uma identidade autónoma relativamente a outros objectos e serviços de natureza digital e deve satisfazer critérios pré-definidos de qualidade nas suas dimensões essenciais (Ramos, J.L., Duarte, V.D., Carvalho, J.M., Ferreira, F.M. e Maio, V.M. Modelos e práticas de avaliação de recursos educativos digitais).
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